Condomínio em SP pede “sexo light” a moradores

Os moradores de um condomínio em Americana, cidade no interior de São Paulo, foram surpreendidos com um pedido de uma das moradoras. Ela pede para que os outros moradores evitem fazer barulho durante o ato sexual depois das 22 horas. No pedido, a carta da síndica pede aos condôminos para serem mais comedidos na hora do “rala e rola”. Segundo informações do “Portal NovoMomento”.

carta - sexo light a moradores

Caros,
Para que possamos ter uma convivência harmônica com todos, peço que, na hora da relação sexual, atente-se à cama. Ela pode estar batendo na parede (pensando nos vizinhos ao lado), ou no chão (pensando nos vizinhos de baixo), incomodando e acordando pessoas não interessadas na sua atividade sexual.
Todos os moradores devem respeitar a lei do silêncio, que começa às 22 horas.
Acreditando na sua compreensão
Condômina.

Colocado no mural do prédio, o aviso foi comentado pelos moradores, mas não chegou a ser discutido na reunião de condomínio. De forma bem humorada, eles dizem que após às 22 horas entrou em vigor a “lei do silêncio sexual”. A moradora reclamava das vibrações das camas nas paredes e no chão dos apartamentos vizinhos ao dela. Pelo visto, o pessoal está animado, né?

Vizinhos que transam

Em 2013 outro caso parecido veio à tona, causando alvoroço entre os condôminos; relembre a história…

Crédito: Arquivo Pessoal. Brigas entre vizinhos.

Em prédio do Saan, o “sexo selvagem” de um vizinho virou problema público, com direito a cartazes e fofoca em redes sociais

Talvez não exista assunto mais delicado e polêmico em um condomínio do que a vida sexual dos moradores. Como é difícil tratar o tabu diretamente, o jeito encontrado por muita gente para manifestar o incômodo com os excessos é o bilhete anônimo. Um dia, os moradores do Edifício Milênio, no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan), depararam-se com um recado assinado pelo “Voyeur da madrugada”. Estava lá, na porta do morador errado e no hall de entrada, um protesto contra os vizinhos, que, para o autor, pareciam “gatos no cio” adeptos do “sexo selvagem”. Pedia que a ação se restringisse às quatro paredes do quarto, e a janela do apartamento ficasse devidamente fechada.

Foi o suficiente para uma polêmica varrer os corredores. No mesmo dia, um outro cartaz, escrito pelo morador erroneamente acusado, informava que ele mesmo havia formalizado reclamação à imobiliária “referente às orgias sexuais praticadas pelos vizinhos”. Além disso, a mensagem reclamava da postura do “Voyeur da madrugada”: “Gostaria que a pessoa tenha a hombridade de prestar atenção ao seu redor antes de sair colando bilhete na porta do apartamento errado”.

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