Cu de Bebado não tem dono, literalmente

Esta notícia bizarra é uma colaboração especial de um de nossos visitantes, foi publicada na edição de número 76 do Jornal na Polícia e nas Ruas.

Cu de Bebado não tem dono

Um caso considerado inusitado ocorreu sexta-feira (16), em Luziânia. Um homem completamente embriagado e fora de seus sentidos, foi ”estuprado” no meio da rua. A violência sexual ocorreu por volta de 1h10, no cruzamento da Avenida Kisleu Dias Maciel com Rua Fagundes Varela, em pleno centro da cidade.

O autor, Clodoaldo Souza Santos, 33 anos, conhecido como “Clodó”, foi pego literalmente com as “calças na mão”. Estava em cima da vítima no momento em que foi surpreendido por vigilantes que fazem a segurança motorizada na cidade. Os dois estavam semi-nus.

A vítima, identificada apenas como “Paulinho”, completamente embriagada, sequer sentiu a “giripoca piar”. Só acordou com a ajuda dos seguranças, depois de muita insistência em chamá-lo. Estava só de camisa para não sentir tanto frio. A calça e os sapatos haviam sido retirados pelo estuprador e tinham sido colocados ao lado da calçada.

Para sorte do bêbado, Clodoaldo não é promíscuo, faz sexo seguro e usou camisinha. Por isso, Paulinho não corre o risco de “engravidar”. Detectado a violência sexual, os seguranças ficaram constrangidos, mas pediram que os dois vestissem as roupas para serem levados à delegacia.

Até porque, à cerca de 150 metros do local do estupro, fica o 10º Batalhão de Polícia Militar de Luziânia e uma igreja evangélica. Mas, a unidade policial e a constante presença de evangélicos na área, não foi capaz de inibir “Clodó”, que mandou “brasa” em “Paulinho”, ali mesmo.

A Polícia Militar foi chamada ao local do fato. O sargento Miranda, comandante da viatura 3290 e o soldado Martins, conduziu as “beldades” à Delegacia da Polícia Civil. Para que um novo ato não ocorresse dentro do carro, vítima e autor ficaram em locais separados até a chegada à 1ª DP de Luziânia.

“Clodó” foi autuado em flagrante por atentado violento ao pudor. Ele negou a violência sexual. Disse que: “Não foi bem assim como estão dizendo”. Questionado quanto à camisinha encontrada em sua mão disse que, apenas usava em caso de extrema necessidade. O crime é inafiançável e ele poderá ser condenado a uma pena de 12 anos de reclusão.

“Paulinho”, de aproximadamente 30 anos, foi levado ao Instituto de Medicina Legal (IML) para exame. O laudo preliminar comprovou a violência. Após acabar a bebedeira, tanto vítima como o autor ,constrangidos, nem mesmo se olhavam. Um policial experiente, ao saber do caso na DP, exclamou: “Mas será o Benedito!!!”

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