Prêmios ‘Anti-Nobel’ recompensam inventos exdrúxulos

NOVA YORK, EUA – O comitê Nobel de Estocolmo começou a distribuir nesta segunda-feira seus prestigiosos prêmios, mas na Universidade de Harvard os “anti-Nobel” já homenagearam as invenções mais delirantes do ano.

anti-Nobel

Um sutiã que oportunamente se transforma em duas máscaras protetoras – uma para a usuária e outra para algum vizinho que porventura precise -, por exemplo, deu para Elena Bodnar, Raphael Lee e Sandra Marijan, de Chicago (Illinois), o prêmio Ignóbel no quesito Saúde Pública.

Os delirantes prêmios “Anti-Nobel” 2009, anunciados na quinta-feira passada em Harvard (Boston, Massachusetts) também premiaram na Química o trabalho de Javier Morales, Miguel Apátiga e Víctor Castaño, da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), que desenvolveram um método para criar cristais de diamante a partir da tequila.

O prêmio de Literatura foi para a polícia irlandesa, por registrar mais de 50 multas em nome de um tal Prawo Jazdy, que em polonês significa “carteira de motorista”.

Stephan Bolliger e outros médicos da Universidade de Berna (Suíça) receberam o Anti-Nobel da Paz por demonstrar que as garrafas de cerveja vazias lançadas em uma briga de bar são mais perigosas, porque fraturam crânios com mais facilidade do que as cheias.

Na categoria Veterinária, os homenageados foram dois pesquisadores da Universidade de Newcastle (Grã-Bretanha), por descobrir que as vacas que são chamadas pelo nome produzem mais leite.

Já o prêmio de Medicina foi dado a Donald Unger, da Califórnia, que durante mais de 60 anos estalou os dedos de sua mão esquerda com o objetivo de demonstrar que o hábito não provoca artrite.

Fonte: AFP

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